O único pecado na “espiritualidade planetária” da Nova Ordem Mundial
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Posted by Admin on 16 de maio de 2015 in Atualidades, Catolicismo | Short Link

Na “espiritualidade planetária” da Nova Ordem Mundial o único verdadeiro mal é o pecado do separatismo e do preconceito

Com sede em  Nova York, Londres e Genebra a Lucifer Publishing Company, fundada em 1920 — e mais tarde Lucis Trust — é uma organização sem fins lucrativos internacional desdobrada da Teosofia de Helena Blavatsky, fundada por Alice e Foster Bailey. Desde 1922 é uma das organizações que vem assessorando a ONU para a implementação global da gnóstica e ecopanteísta “espiritualidade planetária” neopagã da Nova Ordem Mundial.

Ao acessar o webportal dessa organização, em meio a anúncios e convites ao usuário para que se inscreva em festivais pagãos, eventos astrológicos, seminários da Boa Vontade Mundial, vídeos que explanam o tema “Rumo a uma Idade da Luz”, convocações para a prece da Grande Invocação, aprofundamentos em Meditação e Esoterismo, etc, no artigo Descent and Sacrifice (Queda e Sacrifício), em que a organização sofisma sobre “o mistério da descida ou ‘queda’ dos anjos rebeldes exaltados como agnishvattas”, a atual presidente da associação diz o seguinte:

“(…) o pecado e o mal não existem na Terra. É-nos ensinado pelo mestre [pelo “mestre ascenso”, que na Teosofia é apresentado como um ser divino e tutor da humanidade para o novo ciclo cósmico da civilização do Homem] tibetano que o único verdadeiro mal é o pecado de separatismo. E, nesse sentido, ganhamos alguma compreensão de como Lúcifer tornou-se identificado com o mal, para o despertar da mente, o que caracteriza o estágio avançado da humanidade”. “(…) a mente em seu elemento concreto e analítico torna-se o refúgio (a prisão não reconhecida) do ideólogo, e é realmente capaz de cometer o pecado de separatismo por preconceito e ódio na aceitação de distorções de meias-verdades”. (LucisTrustOrg. Descent and Sacrifice. Sarah McKechnie. Cf. http : / / w w w .  lucistrust . org / en / arcane _ school / talks _ and _ articles / descent _ and _ sacrifice)

Com um mínimo raciocínio, vemos aqui o motor do Grande Plano, da Grande Obra da rebelião luciferina transportada até o Jardim do Éden reduzido ao mero clichê do “preconceito e do ódio” barulhentamente alardeado contra a mínima postura de moralidade cristã sendo assim, descaradamente, posto em ação. Atualmente, essa expressão dissolvente, repetida exaustivamente na boca de todo e qualquer ativista esquerdista libertário de terceira categoria, demonstra algo da total subversão espiritual de nossos tempos que poucos têm olhos para ver.

Ora, desde que “todas as nações se reunirão diante dEle e Ele [Jesus] separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos“ (Mt 25, 32) é urgente apagar ou inverter a mínima e qualquer noção de mal e pecado — conforme o conceito cristão — das mentes e dos corações humanos, e portanto, tudo deve ser aceitável e permitido! Qualquer outro conceito que contrarie esta nova regra apresenta-se como o único mal a ser combatido. E isso explica a criminosa interpretação que essas doutrinas dão a ditadores como Hitler, Stalin,
Mussolini, ou a insidiosa desumanização por meio do darwinismo e da eugenia. Sob esse assumido prisma luciferino, tais tiranos e barbaridades são exaltados por caracterizarem “o estágio avançado da humanidade” agora alcançado. Combater esses delírios seria o único pecado. Daí a moral cristã, o direito romano e a filosofia grega tornarem-se os fomentadores de separatismo e de preconceitos, único pecado na legislação espiritual da Nova Ordem Mundial.

Como explica o teósofo Neale Donald Walsch, promotor da crença em crianças “índigo” (isto é, um total de 95% de “espíritos avançados” que estão “reencarnando” no planeta desde 1992) e autor do livro Conversando com Deus: Hitler foi para o céu por estas razões: Não existe inferno… Os erros que Hitler cometeu não fizeram mal ou prejudicaram aqueles cuja morte ele causou. Aquelas almas foram libertadas de sua servidão terrena, como borboletas emergindo de um casulo”. (Walsch, Neale Donald. Conversations with God, Book I, pp. 42-45. Hampton Roads Publishing Company, 1997.)

Para a Lucis Trust, assim como para a nova “espiritualidade planetária” a mente concreta, objetiva, racional e analítica — a mente tomista — seria a profanadora que comete o único pecado do preconceito e do ódio em não aceitar a inversão metafísica gnóstica que impõe não mais o mal em igualdade com o bem, mas já o próprio mal em substituição ao bem — a consequência óbvia. Daí a urgência esotérica da despersonalização das massas por meio da meditação, uma vez que nas práticas ocultistas a “iluminação” só é alcançada por meio do vazio da mente — prática ocidentalizada e desfigurada de tradições hinduístas e do budismo Zen. Isto é, a despersonalização total do sujeito.

Ao contrário do que ensina a tradição cristã, e para justificar o deus a quem reverenciam e o próprio nome da organização que promove a “Idade da Luz”, a Lucis Trust explica:

“(…) Alice e Foster Bailey eram estudantes sérios e professores da Teosofia, uma tradição espiritual que considera Lúcifer como um dos Anjos solares, esses Seres avançados que a Teosofia diz que desceram (portanto, “A Queda”) de Vênus para o nosso planeta para trazer o princípio da mente para o que era então homem-animal. Na perspectiva teosófica, a descida destes Anjos solares não foi uma queda no pecado ou vergonha, mas sim um ato de grande sacrifício, como é sugerido no nome ‘Lúcifer’, que significa portador da luz”. (LucisTrustOrg. The Esoteric Meaning of Lucifer — O significado esotérico de Lúcifer. Cf. http : / / www . lucistrust . org / en / arcane _ school / talks _ and _ articles / the _ esoteric _ meaning _ of _ lucifer).

Acontece que esses “anjos solares”, esses “seres muito avançados” que “desceram em sacrifício”, vendo Jesus de longe suplicavam “em alta voz”, prostrando-se diante de Sua presença verdadeiramente divina, cuja divindade, antes mesmo do que os homens, eles próprios foram os primeiros a reconhecer, involuntariamente a reverenciar e forçosamente a obedecer:

“Que queres de mim, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Conjuro-te por Deus, que não me atormentes (…) Legião é o meu nome, porque somos muitos (…) E os espíritos suplicavam-lhe: Manda-nos para os porcos, para entrarmos neles.” (Mc 5,7-12).

“Espiritualidade planetária” e o super Estado único

Assim, para entendermos algo das metas e utopias revolucionárias da “espiritualidade planetária” sinárquica da Nova Ordem Mundial, temos a primeira regra que é a radical intolerância para o único pecado do separatismo e do preconceito. Metafisicamente, portanto, essa falsa espiritualidade se consiste em um único sistema abstrato composto de todas as religiões e nenhuma, onde essas metas e utopias estão todas fundamentadas nas mesmas metas de Adam Weishaupt, idealizador dos Illuminati da Baviera, e se resumiam da seguinte maneira para os iniciados que alcançavam o segundo grau (Minerval):

1) Abolição da monarquia e de todo e qualquer governo organizado segundo o Antigo Regime (a civilização cristã);

2) Supressão da propriedade privada e dos meios de produção para indivíduos e sociedades, com a consequente abolição de classes sociais;

3) Abolição dos direitos de herança em qualquer caso;

4) Destruição do conceito de patriotismo e nacionalismo e substituição por um governo mundial e controle internacional;

5) Abolição do conceito de Família tradicional e clássica;

6) Proibição de qualquer tipo de religião (sobretudo da Igreja Católica Romana) estabelecendo um ateísmo oficial.

Weishaupt desejava materializar o “paraíso do bom selvagem” adotado da Gnose maniqueísta e dos ensinamentos filosóficos franceses naturalistas radicais como Jean-Jacques Rosseau: seria o jardim do Éden naturalista, fora do Criador — cujo início se dá na instauração do Estado laico como mera interface para o ateísmo e o socialismo comunizante — governado por uma pequena elite iluminada, perpetuamente atrelada ao poder, e exercido de maneira despótica e totalitária com o beneplácito do povo corrompido e submisso.

A “espiritualidade sinárquica” desenhada pelos arquitetos da Nova Ordem Mundial contém essas mesmas metas, mas com a atraente face com que o mal sabe se resguardar apresentando-se enganadoramente em forma de “anjo de luz”. Tudo é muito bem mastigado dentro de um empolado academicismo, ênfase relativista sobre os “direitos humanos“, “ecopanteísmo” (a natureza, animais e plantas passam a ser idolatrados), comunização e socialização das políticas e economias, dissolução de todas as barreiras culturais e de nacionalismo. Com pretensão de se combater as “desigualdades” endossa-se e confere-se cidadania a aberrações morais e subverte-se a educação por meio de ideologia de gênero até mesmo com o delírio denominado “desconstrução da distinção dos sexos”.

Toda essa empulhação, apresentada como “valores para uma nova sociedade mais justa e participativa”, vem sendo insuflada globalmente pela ONU por meio de legislações supraconstitucionais, através de um sem número de Ongs, instituições como United Religions Initiative (URI), por meio de financiamento de globalistas como as linhagens das famílias Rockefeller, Rothschild, Soros, Fundações Ford, Carnegie entre outros, marionetes como Robert Muller, ex-assistente e secretário-geral da ONU, autores best-sellers como Neale Donald Walsch, a futurista Barbara Marx Hubbard, etc. Todas essas celebridades da “nova espiritualidade” se inspiram na Teosofia, nas seitas ocultistas que culminaram em 1875 com a fundação da Sociedade Teosófica em Nova York, por Helena Blavatsky, a Lucis/Lucifer Trust (discípulos de Alice A. Bailey) e tantos outros teosofistas e ocultistas registrados como apoiantes da URI.

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Trecho do livro: “No Limiar do Jardim do Éden, Queda e Ascensão, segundo a doutrina da Igreja Católica e o ensinamento secreto dos Iluminados”, que será lançado ainda este ano de 2015 pelo autor deste blog.

Fechar os olhos, engolir, obedecer, seria o novo lema para os católicos do Brasil?
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Posted by Admin on 15 de maio de 2015 in Atualidades, Catolicismo | Short Link

Parece ser que viver a fé na vida política não é debater dentre os diversos modelos de reforma política, mas aceitar apenas o da Coalizão. Reflexões de Paulo Jacobina, Procurador Regional da República e Mestre em Direito Econômico.


Brasilia, 14 de Maio de 2015 (ZENIT.org) Paulo Vasconcelos Jacobina: Domingo fui à missa, como costumo fazer nos domingos, com a minha família. Estava ocorrendo uma “missa sertaneja” na minha paróquia, de modo que tive que acompanhar a procissão de entrada com uma versão mal adaptada do “Menino da Porteira”, ouvir o “Luar do Sertão” como salmo responsorial e ir à fila da comunhão sob o som da “Tristeza do Jeca”. Enfim, ao menos houve o cuidado de adaptar as letras da música para uma vaga expressão de religiosidade; um pouco mais piedoso do que certa missa celebrada em homenagem às mães na escola católica em que meus filhos estudam, em que as leituras foram substituídas por textos do santo fundador, ou mesmo uma missa de sétimo dia ocorrida numa paróquia de religiosos daqui da nossa Arquidiocese, em que o salmo responsorial era de Renato Russo e os textos da liturgia da Palavra proclamaram poemas de Carlos Drummond de Andrade.

Na segunda, resolvi passar numa livraria católica, para comprar um exemplar da encíclica “Veritatis Splendor”, que gosto de folhear para servir de inspiração ao meu trabalho jurídico. Quase não encontrei: perdida por trás de outros livros, numa estante remota. Como destaques na vitrine, livros teológicos de autores tais como Roger Haight, Andrés Torres Queiruga, Marciano Vidal, Leonardo Boff, só para citar alguns que lembro de cabeça. Todos já notificados por heresia pela Congregação para a Doutrina da Fé da Santa Sé. Havia outras obras igualmente destacadas, com títulos como “Uma Outra Igreja é Possível” (parece que já se dá por certo que esta já não é mais possível) ou “Ovelhas ou Protagonistas”, sobre o papel de leigo (Parece que o autor descobriu que Jesus seria um pastor de “protagonistas”, não de ovelhas).

Já no trabalho, percorrendo o noticiário eletrônico, descubro, pela internet, que como cristão, não devo ficar com os braços cruzados, mas lutar pela imediata implantação da “reforma política popular” oferecida por uma certa “Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições limpas”. No site “Reformapolitica.org.br”, um diácono católico me alerta que “para os maniqueístas que defendem que a Igreja não deve mexer com política, é necessário lembrar que a CNBB participa ativamente deste processo. E, por uma questão de consciência, assinala Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, bispo auxiliar de Belo Horizonte e responsável pela Comissão para o Acompanhamento da Reforma Política, trata-se de um ato que tem como motivação a vivência da fé.”

Mas viver a fé na vida política, sou logo advertido, não é debater dentre os diversos modelos de reforma política, mas aceitar apenas a da Coalizão. E concluir, com ela, que a atual classe política está constituída majoritariamente de gente ilegítima até mesmo para participar de um debate assim. Qualquer outra proposta é “contrarreforma”, o que soa comoreacionarismo da elite dominante contra a vanguarda popular presidida por esta “coalizão”.

Leio um artigo publicado no site “Adital”: “Para D. Leonardo Steiner, Secretário Geral da CNBB, ‘a maioria dos congressistas não têm interesse em reformar o sistema político e eleitoral do nosso país porque se encontram em zona de conforto no atual sistema. É necessária uma conjunção de forças, no sentido de unificar objetivos e áreas a serem reformadas’”. Seria necessário, segundo tais pensadores, uma “Constituinte exclusiva” para a reforma política. Nossa atual Constituição não serviria mais.

Na verdade, parece que a Coalizão vê esta falta de legitimidade política dos políticos brasileiros especialmente no PMDB: “Na próxima quarta-feira, a Ordem dos Advogados do Brasil e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil realizarão um ato público contra a proposta de reforma política defendida pelo PMDB, no Congresso Nacional.” É a notícia publicada no site “poder Online”. Na verdade, o site Adital complementa as informações, assim: “A informação é do professor Daniel Seidel, membro da Comissão Brasileira de Justiça e Paz, assessor político da CNBB, uma das organizações que integram a Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas”. Este Daniel Seidel, tomo conhecimento também pela Internet, fala pelos bispos mas não é bispo. Parece que tem filiação partidária, e que já foi candidato, mas por um partido devidamente popular e vanguardista. Ele chama as outras propostas de reforma política de “contrarreformas”: “como o tempo político no Congresso se acelerou com o andamento de uma contrarreforma e já acelerada, nós vamos fazer chegarem as assinaturas”, observa. Ainda atribui a resistência de setores católicos à reforma proposta pela entidade que representa como “falácias contadas à opinião pública sobre a campanha da reforma política, preconizada pela Coalizão.” Lembra que “os quatro pontos principais da proposta são: a proibição do financiamento de campanha por empresas e adoção do financiamento democrático de campanha; eleições proporcionais em dois turnos; paridade de gênero na lista pré-ordenada; e fortalecimento dos mecanismos dademocracia direta, com a participação da sociedade em decisões nacionais importantes.”

Curiosamente, no site do PT http://www.pt.org.br/reformapolitica/, há a propaganda de uma “reforma política de iniciativa popular”, cujas assinaturas estão sendo colhidas em algum lugar que o site não especifica, com as seguintes características: “Convocar uma Constituinte exclusiva”, por coincidência também proposto pela Coalizão, o voto em lista pré-ordenada, um aumento real da presença das mulheres em todas as instâncias da política nacional (ou de gênero, como diz a cartilha da Coalizão), e o financiamento público de campanha.

Num outro site sobre reforma política, chega a notícia: “Na tarde desta quarta-feira (3), foi a vez do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva votar “sim” no Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político, durante um evento em Salvador (BA)”. Há uma foto vistosa de um palanque e do referido político, em pé, a assinar um documento.

Num corredor de sacristia, num desses finais de semana de missas sertanejas, ouvi duas pessoas conversando sobre o panelaço ocorrido na semana passada, durante o programa do PT: “são os coxinhas, eles não se conformam por terem perdido as empregadas domésticas, por terem que dividir os aeroportos com os pobres, por terem que dividir as universidades com os afrodescendentes, os médicos cubanos revolucionaram o problema da saúde no Brasil”. Bom, não tenho empregadas, não curso universidades e frequento muito raramente os aeroportos. Nunca utilizei os serviços dos médicos cubanos. Mas minha faxineira leva mais de três horas para se deslocar da sua casa até a minha, de ônibus. Talvez ela não saiba que deveria vir de avião.

Quanto a mim, estou aguardando para obedecer aos nossos bispos. Quero ser um bom católico. Se para isso é necessário passar a cantar “Menino na Porteira” para comungar, considerar ilegítimos e contrarreformistas todos os que discordem da reforma política acima descrita, ser representado por leigos militantes partidários em nome da Conferência dos nossos bispos, ler Boff, Vidal e Queiruga como teólogos de referência e defender que a Constituição Brasileira já não serve, e que qualquer um que reclame contra as políticas do governo é um “coxinha” reacionário e explorador de um sistema “excludente” que não aceita que os pobres andem de avião, então vamos.

Se é necessário acreditar que, apesar de divulgada no site do PT e concordar ponto por ponto com as propostas daquele partido, a iniciativa popular da “coalizão” é independente, e se isto é devido por força da obediência ao magistério da Igreja no Brasil, nos esforçaremos por obedecer. Já tivemos um Bispo vanguardista no poder, no Paraguai. Parece que os “maniqueístas que defendem que a Igreja não deve participar da política” o derrubaram. Conta o ex-presidente do Uruguai em sua Biografia, recentemente publicada:

“Um encontro tão fugaz e repentino entre presidentes levantaria suspeitas, motivo pelo qual o governo brasileiro resolveu enviar um avião a Montevidéu para transportar o emissário de Mujica à residência de Dilma, em Brasília. (…) Durante a conversa, Dilma mostrou a ele fotos, gravações e informes dos serviços de inteligência brasileiros, venezuelanos e cubanos, que registravam como foi gestado um ‘golpe de estado’ contra Lugo por um grupo de “mafiosos” que, a partir da queda do presidente, assumiram o poder. ‘O Brasil necessita que o Paraguai fique de fora do Mercosul para, dessa forma, acelerar as eleições no país’, concluiu Dilma. (…)Na semana seguinte, no início do julho de 2012, todos os presidentes do Mercosul votavam, em uma cúpula na cidade argentina de Mendoza, a suspensão do Paraguai.”

Fechar os olhos, engolir, obedecer, seria o novo lema para o resto de nós. Parece que não sabemos nem ver por nós mesmos, nem julgar adequadamente, nem agir senão reacionariamente. Seremos, parece, reeducados pelos “protagonistas” de uma “nova Igreja”.

Igreja na Bélgica realiza primeiro serviço religioso para cão
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Posted by Admin on 10 de maio de 2015 in Atualidades, Catolicismo | Short Link

A religião gnóstica e ecopanteísta da Nova Ordem Mundial gradualmente vai se estabelecendo nos setores progressistas da Igreja Católica como consequência direta e natural do espírito conciliar de abertura ao mundo neopagão.

No dia 22 de abril de 2015 na cidade de Sambreville, Bélgica, na Igreja de St. Victor de Auvelais, Pe Francis Lallemand tomou a iniciativa de celebrar o primeiro serviço religioso para um cão. Ele abriu a igreja para o enterro religioso e pregou uma homilia durante a cerimônia. Durante essa cerimônia que profana a casa de Deus, uma mulher identificada como a “mãe” do cão — na verdade, sua proprietária — fez um discurso relembrando os “grandes feitos” de Miss Chwia, nome do animalzinho, então, chorado e venerado como ser humano. 

Historiadores e sociólogos afirmam que, quando uma civilização dá aos animais o mesmo tratamento dado a seres humanos, de fato, está à beira de desaparecer.

Cf. Tradition in Action.

Ditadura bolivariana patrocinada pelos bispos? Reforma política, CNBB e Teologia da Libertação
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Posted by Admin on 9 de maio de 2015 in Atualidades, Catolicismo | Short Link

Engana-se quem imagina que a TL seja uma corrente teológica inspirada no marxismo. A TL é uma metodologia destinada a transformar a Igreja numa organização integralmente marxista

Por Pe. Genésio – Fratres in Unum.com  |

O Futuro do PT depende da CNBB

Completamente desmoralizado por causa dos escândalos vultuosos de corrupção, repudiado veementemente nas ruas, o Partido dos Trabalhadores (PT) não conseguirá se reeleger em 2018. Nem uma eventual fraude nas urnas poderá salvá-los; ante uma eleição esmagadoramente desfavorável, uma “vitória” fraudada causaria um levante sem igual. Eles são conscientes disso.

A única alternativa que lhes resta é dar um Golpe de Estado, ou seja, suspender as instituições democráticas que caracterizam um Estado de Direito.

Para fazê-lo, porém, estão bastante desguarnecidos. Sem o favor do exército nacional e com uma militância de guerrilha insuficiente para tanto, um golpe lhes seria muito difícil e, além disso, viria em desencontro com a fachada democrática que falsamente exibem.

A saída para o impasse seria a Reforma Política, que consta de dois momentos: uma reforma eleitoral, e uma nova constituinte exclusiva e soberana. Em outras palavras, o sistema político brasileiro passaria por uma alteração completa.

Contudo, das propostas existentes, a mais expressiva é a da chamada Coalizão pela Reforma Política, que agrega entidades como CNBB, OAB, Liga Lésbica Brasileira, CUT, MST, União da Juventude Socialista, entre outras.

Não adianta a Dom Joaquim Mol diferenciar este Projeto da proposta homônima do PT. De fato, os grupos que o propõem juntamente com a Conferência dos Bispos são aqueles mesmos que apoiam todo o projeto de hegemonia política do partido governante.

Evidentemente, pela força popular que possui, a CNBB é a responsável principal pela coleta de assinaturas que será entregue à Presidência da Câmara dos Deputados, e está convocando uma imensa multidão para fazê-lo em conjunto, na Praça dos Três Poderes, no próximo dia 11 de maio.

O PT está objetivamente perdido se esta proposta de Reforma Política não prosperar.

A CNBB é a única esperança de salvação para o PT.

Os bispos enganados

Como recentemente reconheceu Dom Murilo Krieger, atual vice-presidente da CNBB, as propostas deste projeto de Reforma Política “não tiveram a participação de todos os Bispos; são fruto, sim, de uma reflexão que envolveu principalmente algumas comissões episcopais”.

A maior parte dos bispos, desacostumados a temas dessa natureza, totalmente empenhados em sua pastoral diocesana, foi literalmente enganada por um pequeno grupo que, sorrateiramente, levou a cabo o tal projeto.

Num recente vídeo, Daniel Seidel, representante da CNBB num evento sobre a Reforma Política na PUC de Goiás, afirmou que

“nós temos que tomar juízo, vergonha na cara, e nos dedicarmos a esta coleta de assinaturas. Por que que eu digo isso? Porque, na verdade, nós não estamos querendo só a reforma política. A reforma política vai dar margem para a reforma tributária, vai dar margem para outras reformas necessárias para repartir. Porque, até então, nestes doze primeiros anos de governo popular no Brasil, nós tivemos avanços importantes acontecendo, mas só que nós chegamos ao limite, e hoje nós temos que distribuir a riqueza que a classe trabalhadora produz nesse nosso país. Agora, a gente só distribui a riqueza com reforma tributária. Não dá mais pra ficar apenas com os importantíssimos programas sociais que existem: o povo quer mais, e quer avançar para uma economia mais igualitária. Agora, para isso, precisa reformar o sistema político brasileiro”.

O representante da CNBB foi bastante contundente na defesa do governo atual, qualificado por ele de “doze primeiros anos de governo popular”.

O Projeto de Lei da Reforma Política não foi votado na Assembleia dos bispos e a maior parte dos mesmos não concorda com este. O tema tampouco foi submetido a votação nesta última 53a. Assembleia da CNBB, onde apenas deu-se lugar para um “esclarecimento” de Dom Joaquim Mol.

Isso não foi por acaso! Os bispos queriam que o tema fosse votado e, se tivesse sido, teria sofrido uma derrota esmagadora, pois todos estavam em peso contra a tal reforma.

No fim das contas, o Projeto vai adiante sob a falsa aprovação da CNBB, e os bispos não reagem, quer porque não entendem direito o assunto, quer porque não conseguem enxergar que se trata de um golpe.

A pergunta que nos fazemos é: por que eles não conseguem enxergar? Como se explica essa incapacidade analítica diante de fatos tão clamorosos?

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Mensalão, petrolão, generão
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Posted by Admin on 8 de maio de 2015 in Atualidades, Catolicismo | Short Link

O objetivo óbvio da resolução do “generão” petista é colocar os transtornos sexuais, como o homossexualismo, o travestismo (e provavelmente o incesto e a pedofilia) no mesmo nível da normalidade sexual.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, Presidente do Pró-Vida de Anápolis | Por algum tempo, pensava-se que o mensalão fosse o maior esquema de corrupção já promovido pelo governo do PT. Quando veio à luz o petrolão, com desvio de dezenas de bilhões de reais da Petrobrás, o mensalão pareceu tão insignificante que poderia ser julgado em um “juizado de pequenas causas”, segundo palavras do ministro Gilmar Mendes[1].

No entanto, ambos os esquemas parecem quase inofensivos diante de um outro, que não apenas furta o dinheiro público, mas concentra-se diretamente em destruir a família natural. Na falta de um nome melhor, chamarei de “generão” ao esquema de imposição sistemática da ideologia de gênero pelo governo petista.

Ressalvo que tal ideologia não é uma invenção do PT nem está confinada ao nosso país. O mundo inteiro, através dos organismos internacionais, está sob o ataque cerrado dessa doutrina, que tem suas raízes no marxismo. No Brasil, mesmo antes da era petista (que começou em 2003 e se prolonga até os nossos dias), o governo já havia iniciado a aplicação de tal ideologia. No entanto, é forçoso reconhecer que nenhum outro partido, em nenhuma época da história, investiu tanto, em dinheiro e energias, no propósito de roubar a inocência das crianças, destruir a pureza dos jovens e aniquilar a sacralidade das famílias[2]. Distribuição de cartilhas literalmente pornográficas nas escolas de ensino fundamental, promoção de gigantescas passeatas de “orgulho (sic) homossexual”, financiamento do crime do aborto na rede hospitalar pública, perseguição sistemática a quem não aceita a “família” composta por dois pederastas ou duas lésbicas, tentativa de incriminar a oposição ao homossexualismo, rotulada de homofobia, tudo isso tem feito o esquema petista de corrupção da sociedade.

O que vou relatar agora é apenas mais um dos inúmeros modos como vem funcionando o “generão” petista.

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Os desafios da Igreja hoje, CNBB, Reforma Política e demais temas
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Posted by Admin on 5 de maio de 2015 in Atualidades, Catolicismo | Short Link
Transmitido ao vivo em 4 de mai de 2015

Convidados:
Professor Hermes Rodrigues Nery, Luis Ivantes, Mauro Rampazzo e Ricardo Facci.

 

Os demônios creem e estremecem diante da presença real de Jesus na Eucaristia
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Posted by Admin on 23 de abril de 2015 in Atualidades, Catolicismo | Short Link

Uma reflexão a partir do roubo de uma hóstia consagrada por um grupo de satanistas

LatinMass

“A antiga missa em latim era celebrada “ad orientem”, ou seja, voltada em direção ao oriente litúrgico. Ao chegar a hora da consagração, o sacerdote se inclinava com os antebraços sobre o altar, segurando a hóstia entre os dedos. Naquele dia, eu pronunciei as veneráveis palavras da consagração em voz baixa, mas de modo claro e distinto: “Hoc est enim Corpus meum” [Este é o meu Corpo]. O sino tocou enquanto eu me ajoelhava. Atrás de mim, no entanto, houve algum tipo de perturbação; uma agitação ou sons incongruentes vieram dos bancos da parte da frente da igreja, logo às minhas costas, um pouco mais para a minha direita”.

ALETEIA  – Pe. Charles Pope |  Alguns anos atrás, eu escrevi sobre uma experiência incomum que tive ao celebrar a santa missa: uma pessoa, atormentada pela possessão demoníaca, saiu correndo para fora da igreja no momento da consagração. Voltarei a falar deste caso um pouco mais adiante.

Eu me lembrei do fato nos últimos dias em face das atuais notícias de que um culto satânico da cidade de Oklahoma (EUA) roubou uma hóstia consagrada de uma paróquia e anunciou que a profanaria durante uma “missa negra”, a realizar-se neste mês de setembro. O arcebispo de Oklahoma, dom Paul Coakley, entrou com uma ação judicial para impedir o sacrilégio e exigir que o grupo devolvesse a propriedade roubada da Igreja. Dom Coakley ressaltou, no processo, que a hóstia seria profanada dos modos mais vis imagináveis, como oferenda feita em sacrifício a Satanás.

O porta-voz do grupo satânico, Adam Daniels, declarou: “Toda a base da ‘missa’ [satânica] é que nós pegamos a hóstia consagrada e fazemos uma ‘bênção’ ou oferta a Satanás. Nós fazemos todos os ritos que normalmente abençoam um sacrifício, que é, obviamente, a hóstia corpo de Cristo. Então nós, ou o diabo, a reconsagramos…”.

À luz do processo judicial, o grupo devolveu à Igreja a hóstia consagrada que tinha roubado. Graças a Deus.

Mas você notou o que o porta-voz satânico atestou sobre a Eucaristia? Ao falar do que seria oferecido em sacrifício, ele disse: “…que é, obviamente, a hóstia corpo de Cristo”.

Por mais grave e triste que seja este caso (e não é o primeiro), esses satanistas explicitamente consideram que a Eucaristia católica É o Corpo de Cristo. Pelo que eu sei, nunca houve tentativas de satanistas de roubar e profanar uma hóstia metodista, ou episcopaliana, ou batista, ou luterana, etc. É a hóstia católica o que eles procuram. E nós temos uma afirmação da própria escritura que garante: “Até os demônios creem e estremecem” (Tiago 2,19).

Em outra passagem, a escritura nos fala de um homem que vagava em meio aos túmulos e era atormentado por um demônio. Quando viu Jesus, ainda de longe, correu até Ele e o adorou (Marcos 5,6). O evangelho de Lucas cita outros demônios que saíam de muitos corpos possuídos e gritavam: “Tu és o Filho de Deus!”. Mas Jesus os repreendia e não os deixava falar, porque sabiam que Ele era o Cristo (Lc 4,41-42).

De fato, como pode ser atestado por muitos que já testemunharam exorcismos, há um poder maravilhoso na água benta, nas relíquias, na cruz do exorcista, na estola do sacerdote e em outros objetos sagrados que afugentam os demônios. Mesmo assim, muitos católicos e não católicos minusvaloram esses sacramentais (assim como os próprios sacramentos) e os utilizam de qualquer jeito, com pouca frequência ou sem frequência alguma. Há muita gente, inclusive católicos, que os consideram pouco importantes. Mas os demônios não! Vergonhosamente, os demônios, às vezes, manifestam mais fé (ainda que cheia de medo) que os crentes que deveriam reverenciar os sacramentos e os sacramentais com fé amorosa. Mesmo o satanista de Oklahoma reconhece que Jesus está realmente presente na Eucaristia. É por isso que ele procura uma hóstia consagrada, ainda que para fins tão nefastos e perversos.

Tudo isso me leva de volta ao caso real que eu descrevi já faz um bom tempo. Apresento a seguir alguns trechos do que escrevi há quase quinze anos, quando eu estava na paróquia de Santa Maria Antiga [Old St. Mary, na capital norte-americana] celebrando a missa em latim na forma extraordinária. Era uma missa solene. Não seria diferente da maioria dos domingos, mas algo muito impressionante estava prestes a acontecer.

Como vocês devem saber, a antiga missa em latim era celebrada “ad orientem”, ou seja, voltada em direção ao oriente litúrgico. Sacerdote e fiéis ficavam todos de frente para a mesma direção, o que significa que o celebrante permanecia, na prática, de costas para as pessoas. Ao chegar a hora da consagração, o sacerdote se inclinava com os antebraços sobre o altar, segurando a hóstia entre os dedos.

Naquele dia, eu pronunciei as veneráveis palavras da consagração em voz baixa, mas de modo claro e distinto: “Hoc est enim Corpus meum” [Este é o meu Corpo]. O sino tocou enquanto eu me ajoelhava.

Atrás de mim, no entanto, houve algum tipo de perturbação; uma agitação ou sons incongruentes vieram dos bancos da parte da frente da igreja, logo às minhas costas, um pouco mais para a minha direita. Em seguida, um gemido ou resmungo. “O que foi isso?”, perguntei a mim mesmo. Não pareciam sons humanos, mas grasnidos de algum animal de grande porte, como um javali ou um urso, junto com um gemido plangente que também não parecia humano. Eu elevei a hóstia e novamente me perguntei: “O que foi isso?”. Então, silêncio. Celebrando no antigo rito da missa em latim, eu não podia me virar facilmente para olhar. Mas ainda pensei: “O que foi isso?”.

Chegou a hora da consagração do cálice. Mais uma vez eu me curvei, pronunciando clara e distintamente, mas em voz baixa, as palavras da consagração: “Hic est enim calix sanguinis mei, novi et aeterni testamenti; mysterium fidei; qui pro vobis et pro multis effundetur em remissionem pecatorum. Haec quotiescumque feceritis in mei memoriam facietis” [Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, o mistério da fé, que será derramado por vós e por muitos para a remissão dos pecados. Todas as vezes que fizerdes isso, fazei-o em memória de mim].

Então, ouvi mais um ruído, desta vez um inegável gemido e, logo em seguida, um grito de alguém que clamava: “Jesus, me deixe em paz! Por que me tortura?”. Houve de repente um barulho que lembrava uma briga e alguém correu para fora a um som de gemidos, como de quem tivesse sido ferido. As portas da igreja se abriram e em seguida fecharam. Depois, o silêncio.

Consciência – Eu não podia me virar para olhar porque estava levantando o cálice da consagração. Mas entendi no mesmo instante que alguma pobre alma atormentada pelo demônio tinha se visto diante de Cristo na Eucaristia e não tinha conseguido suportar a sua presença real, exibida perante todos. Ocorreram-me as palavras da escritura: “Até os demônios creem e estremecem” (Tiago 2,19).

Arrependimento – Assim como Tiago usou aquelas palavras para repreender a fé fraca do seu rebanho, eu também tinha motivos para a contrição. Por que, afinal, um pobre homem atormentado pelo demônio era mais consciente da presença real de Cristo na Eucaristia e ficava mais impactado com ela do que eu? Ele ficou impactado em sentido negativo e correu para longe. Mas por que eu não me impactava de forma positiva com a mesma intensidade? E quanto aos outros crentes, que estavam nos bancos? Eu não tenho dúvidas de que todos nós acreditávamos intelectualmente na presença eucarística. Mas há algo muito diferente e muito mais maravilhoso em nos deixarmos mover por ela na profundidade da nossa alma! Como é fácil bocejarmos na presença do Divino e nos esquecermos da presença milagrosa e inefável, disponível ali para todos nós!

Quero deixar registrado que, naquele dia, há quase quinze anos, ficou muito claro para mim que eu tinha nas minhas mãos o Senhor da Glória, o Rei dos Céus e da Terra, o Justo Juiz e o Rei dos reis da terra.

Será que Jesus está realmente presente na Eucaristia?

Até os demônios acreditam!

Concílio Vaticano II e as duas mulheres do Apocalipse: A “Mulher vestida de sol” e a “grande prostituta”
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Posted by Admin on 22 de abril de 2015 in Atualidades, Catolicismo | Short Link

A Sagrada Escritura, no livro do Apocalipse, nos capítulos 12 e 17 faz menção a duas mulheres respectivamente: a “Mulher vestida de sol” que foge para o deserto e uma outra, a “grande Prostituta” que, vestida de escarlate, embriaga-se com o sangue dos mártires e fornica com os poderosos da terra.

A Prostituta da Babilônia, gravura russa do século XIX.

A Prostituta da Babilônia, gravura russa do século XIX.

A Sagrada Escritura menciona que antes que venha o “ímpio”, o “adversário”, primeiramente virá a “apostasia”, ou seja, o generalizado abandono da verdadeira Fé:

“Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniquidade, o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado, a ponto de tomar lugar no templo de Deus, e apresentar-se como se fosse Deus”. (2Ts 2,3-4).

A Sagrada Escritura também adverte que há algo, um obstáculo que impede ou retém a vinda do ditador planetário:

“Agora, sabeis perfeitamente que algo o detém, de modo que ele se manifestará a seu tempo”. (2Ts 2,6).

Nas interpretações de muitos teólogos esse “algo”, esse “obstáculo” que detém o anticristo é a figura de um homem que, a serviço de Deus e por Ele sustentado, confirma a verdadeira Fé no mundo hostil à religião, combatendo e denunciando as imposturas e investidas do “ímpio”. Esse homem, essa figura humana frágil que representa o próprio Cristo na terra e em nome dEle exerce seu magistério é a “pedra”, é Pedro, o “vigário de Cristo”, o Papa, o Sumo Pontífice da Igreja contra a qual “as portas do inferno não prevalecerão” (Mt 16,18).

Por outro lado, a Sagrada Escritura, no livro do Apocalipse, nos capítulos 12 e 17 faz menção a duas mulheres respectivamente: a “Mulher vestida de sol” que foge para o deserto e uma outra, a “grande Prostituta” que, vestida de escarlate, embriaga-se com o sangue dos mártires e fornica com os poderosos da terra.

Muitos teólogos veem na “Mulher vestida de sol” a imagem da Santíssima Virgem e da própria Igreja fiel, desde que ambas oferecem Cristo ao mundo. Mas, nesses tempos de grandes tribulações, vê-se perseguida pelo “dragão” (Satanás) e é obrigada a “fugir para o deserto”. Já a “grande prostituta”, assentada sobre “povos e multidões, nações e línguas” prefigura a imagem de uma falsa Igreja dispensadora de uma falsa doutrina meramente humanista, eminentemente social e política, mancomunada com os poderosos da terra e seus interesses imanentistas.

Ambas se confundem, porque não há clara distinção entre uma e outra, senão o fato de que a “prostituta”, a falsa igreja, para levar adiante seu pacto com os reis da terra, persegue cruelmente a verdadeira Igreja, composta, então, nos últimos dias, de um “pequeno resto” de almas que guardarão a verdadeira Fé, a custo de imenso sofrimento até o extremo do martírio.

Com essas observações em mente, é urgente refletir sobre a radical mudança que se operou no seio da Igreja Católica na década de sessenta, quando se realizou o Concílio Vaticano II, que resultou numa radical ruptura em sua eclesiologia e cujo declarado objetivo foi “abrir a Igreja ao mundo”, adaptando-a ao soberbo e secularizado homem moderno, o homem das “luzes”, agora emancipado de seu Criador, mas contraditoriamente escravizado às suas desordenadas paixões, debilmente submisso aos autoritários e dissolventes ditames da nova civilização pós-cristã.

“Jesus muçulmano”? Mais um fruto podre do falso ecumenismo
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Posted by Admin on 21 de abril de 2015 in Atualidades, Catolicismo | Short Link

Si Si No No – 31 de janeiro de 2015

muslimCapela Santa Maria das Vitórias | Em uma igreja desta pobre Itália dia 1º de janeiro o sacerdote local, na homilia para celebrar a jornada da paz (como se faz a cada ano desde o pontificado de Paulo VI), citou um livro escrito por um “missionário” na Turquia sobre as boas relações entre muçulmanos e os pouquíssimos católicos daquela terra.

Eis o fato. Os missionários têm uma bela igreja, visitada pelos turistas de todas as religiões. Uma manhã chega um grupo de meninos, todos muçulmanos, acompanhados pela professora deles. Visitam a igreja. Explica-lhes tudo. Depois deixa-se entrevistar pelos meninos desejosos de mais informações.

Um deles diz: “No Corão também se fala de Jesus: para nós é um profeta que viveu antes de Maomé”. O missionário: “Oh, certamente! Jesus é um profeta também para nós. Logo, podemos ser amigos”. O menino: “Mas Maomé superou Jesus”. Silêncio. Depois o menino continua: “É verdade que Jesus, no fim do mundo, se fará muçulmano?”.

O missionário pergunta: “Mas tu sabes que significa ser muçulmano?”. O menino: “Muçulmano, “muslin”, significa submisso, submisso a Deus, a Alá”. O padre: “Ó meu caro, quem é mais submisso a Deus que Jesus? Ele é em tudo submisso a Deus; portanto, vós sabeis que é como se fosse muçulmano”.

Os meninos partiram satisfeitos com essas palavras: agora sabem que Jesus é como eles, já é um convertido ao Islão. Vejam que vitória para eles!

O padre, depois de ter lido o episódio do livro do missionário na Turquia, comenta: “Vejam como é possível haver entendimento, como se pode promover a paz. Como se pode ser amigo, em comunhão entre nós. Basta o entendimento”.

Os fieis presentes à missa estão perplexos. Alguns saem da igreja, como o subscrito. Outros entreolham-se estarrecidos. Nosso Senhor Jesus, o Filho unigênito de Deus feito homem para redimir-nos e merecer-nos a graça divina e o paraíso, o único Salvador do mundo – ouvi, ouvi!- converteu-se em muçulmano!

Mas isto é uma blasfêmia, seja quem for que a diga. Em outros tempos, um padre assim teria sido despachado, segregado de qualquer contato com a grei dos fieis de Jesus Cristo, para não lhes fazer maior dano.

Hoje, ao contrário, é normal dizer blasfêmias desse jaez do púlpito. Não há palavras para comentar. São os frutos podres do ecumenismo. Estamos em pleno sincretismo, em plena apostasia. Tal missionário e tal padre deveriam ser denunciados. Mas a quem? Quem hoje intervirá para conter desastre permanente a que assistimos?

No entanto, cumpre levantar a voz! Fazer sentir que ao menos um “pequeno resto” de católicos não aceita que Jesus, o Homem-Deus, Ele que é a única Verdade, a única Via, a única Vida e “ninguém vai ao Pai senão por Ele (Jo. 14, 6). Não há outro nome, afora o Nome de Jesus, dado aos homens, pelo qual sejamos salvos” (At. 4, 12): palavra de Pedro, o primeiro papa, ainda em Jerusalém, quando não era “bispo de Roma”.

Caro SISINONO, guardemos a fé e e abracemo-nos à cruz de Jesus, sem jamais a deixar. Se outros o destronaram até esse ponto, nós queremos coroá-lo da glória divina, que só Ele merece.

Carta assinada.

Nota do tradutor. Esta maravilhosa carta, inspirada na mais pura fé católica e mais ardorosa caridade, mostra-nos claramente os frutos do Vaticano II (Nostra Aetate) e do “espírito de Assis”. Certamente, o missionário e o padre a que alude o missivista seguiram o exemplo de João Paulo II que beijou o Corão.

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Fonte: Capela Santa Maria das Vitórias

“Reforma Política” encabeçada pela CNBB não passou por deliberação da Assembléia dos Bispos.
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Posted by Admin on 19 de abril de 2015 in Atualidades, Catolicismo | Short Link

Comissão de leigos ouviu os bispos e constatou que, de fato, a “reforma política” da Coalisão encabeçada pela CNBB (reforma esta de interesse do PT) não é consenso entre os bispos.

Por Prof. Hermes Rodrigues Nery | Fratres in Unum.com: Estivemos em Aparecida (SP), na sexta-feira, 17 de abril, onde pudemos ouvir, conversar e dialogar com vários bispos que participam a 53ª assembleia da CNBB.

Explicamos aos bispos que a “reforma política” proposta pela Coalisão encabeçada pela CNBB visa consolidar o projeto de poder do PT, com a implantação do socialismo no Brasil, em conformidade com as diretrizes do PT e do Foro de São Paulo.

Depois de conversar com vários bispos, constatamos que:

  1. O tema da “reforma política” não é consenso entre os bispos.
  2. O apoio à Coalisão não foi deliberado em assembleia, mas apenas decisão do Conselho Permanente.
  3. Há muitos bispos desinformados do assunto e que se interessaram em obter mais dados sobre o tema.
  4. Conseguimos o apoio de vários bispos que irão aprofundar o tema com os demais ainda durante a assembleia.

Entregamos aos bispos uma carta expondo o conteído da petição pública pedindo a retirada da CNBB ao apoio a esta reforma política da Coalisão, com o seguinte teor:

“Nós, CATÓLICOS, pertencentes ao Movimento LEGISLAÇÃO E VIDA, e membros de pastorais em nossas respectivas paróquias, vimos a presença de Vossas Excelências Reverendíssimas para solicitar que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) imediatamente RETIRE o seu apoio da proposta de reforma política apresentada pela “Coalizão pela Reforma Política Democrática” na forma de um projeto de lei de iniciativa popular (Cf. [http://www.reformapoliticademocratica.org.br/conheca-o-projeto/]). Exigência fundamentada nos motivos aqui resumidamente expostos.

A CNBB está empenhada em recolher assinaturas de católicos para legitimar uma proposta de reforma política com ítens absolutamente contestáveis. (1) A proibição do financiamento de campanha por empresas, termo que apresenta um componente ideológico escandaloso, excluindo as empresas – representadas por seus proprietários – de se posicionarem em um plano da vida pública que é determinante para o exercício de suas atividades. (2) Eleições proporcionais em dois turnos, processo que, ao contrário da economia advogada no projeto, geraria um gasto mostruoso de recursos públicos. (3) Paridade de gênero, com o estabelecimento descabido do sexo – e não da competência e qualificação – como critério para pleitear o exercício de um mandato político.

Mas o elemento que definitivamente compromete o apoio da CNBB à proposta de reforma política é (4) o fortalecimento dos mecanismos de “democracia direta”. Trata-se de uma forma de inserir a “sociedade civil” nas decisões que envolvem “questões de grande relevância nacional”, colocando-a na elaboração e na condução de plebiscitos e referendos (Cf. Art. 3A e 3B, 8A, p. 18). Acontece que a “sociedade civil” será representada – não pelo cidadão comum -, mas por uma série de organizações e “movimentos sociais” como MST, CUT, UNE, CTB, UBM, CONTAG, ABONG, etc. Estes grupos – que assinam a proposta de reforma política com a CNBB – serão inseridos nas instâncias decisórias da vida pública e eles irão definir quais são as “questões de grande relevância nacional”. Grupos que contrariam frontalmente os princípios e orientações da Igreja Católica: disseminam a luta de classes; promovem atividades criminosas contra o patrimônio público e privado; estão comprometidos com a ideologia de gênero; exigem a legalização das drogas e a implantação definitiva do ABORTO – do ASSASSINATO DE CRIANÇAS – no Brasil.

Nota-se, claramente, que o projeto maquia um consórcio para administrar as “questões de grande relevância nacional” e realizá-las. Não só no âmbito político, mas social e comportamental. Um esquema de concentração de poder que se mostra ainda mais pernicioso quando se traça a ligação dos grupos e “movimentos sociais” envolvidos, que são controlados e financiados sobretudo pelo PT e por seus aliados, por sua vez comprometidos com a promoção do totalitarismo ditado pelo Foro de São Paulo – organização fundada por Lula e por Fidel Castro para fomentar o socialismo-comunismo na América Latina.

Por isso o entusiasmo e engajamento do ex-Presidente Luiz Inácio, que tratou de convocar a militância petista para trabalhar em favor da referida proposta de reforma política (Cf. [http://youtu.be/q1X66PR3KZc]). Contudo, é lamentável o pacto que a CNBB firmou com a presidente Dilma Rousseff para impulsionar a proposta (Cf. [http://www.saladeimprensadilma.com.br/2014/08/25/dilma-sobre-campanha-vou-me-dedicar-a-esclarecer-os-mitos-e-a-discutir-propostas/]), uma vez que se trata de promover um esquema de poder de natureza expressamente condenada pela Igreja Católica:

“O comunismo é doutrina nefanda totalmente contrária ao direito natural” (Pio IX, “Qui pluribus”);

“O comunismo é intrinsecamente mau” (Pio XI, “Divini Redemptoris”);

[…] “[o socialismo] é incompatível com os dogmas da Igreja Católica, pois concebe a própria sociedade como alheia à verdade cristã” […] “Católico e socialista são termos antitéticos” […] “Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios. Ninguém pode ser, ao mesmo tempo, bom católico e verdadeiro socialista” (Pio XI, “Quadragesimo Anno”).

Congregação do Santo Ofício, 1949. (1) É permitido aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira? Não. O comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo […] (4) Fiéis cristãos que professam a doutrina materialista e anticristã do comunismo, e sobretudo os que as defendem e propagam, incorrem pelo próprio fato, como apóstatas da fé católica, na excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica? Sim. – II. Congregação do Santo Ofício, 1959. É permitido aos cidadãos católicos, ao elegerem os representantes do povo, darem seu voto a partidos ou a candidatos que, mesmo se não proclamam princípios contrários à doutrina católica e até reivindicam o nome de cristãos, apesar disto se unem de fato aos comunistas e os apoiam por sua ação? Não, segundo a diretiva do Decreto do Santo Ofício de 1o. de Julho de 1949, n.1 [3865].

Nestes termos, nós, CATÓLICOS , cientes da fidelidade que a CNBB  tem à doutrina, aos princípios e às orientações da Igreja Católica Apostólica Romana; apresentamos nossa reivindicação para que a CNBB imediatamente RETIRE o seu apoio da proposta de reforma política apresentada pela “Coalizão pela Reforma Política Democrática” e com ele TODAS AS ASSINATURAS dos fiéis católicos que recolheu para legitimar essa iniciativa.

Pelos motivos expostos, solicitamos ainda que a Conferência dos Bispos abandone a campanha por um “Plebiscito Constituinte”. Trata-se de uma iniciativa do PT que foi inclusive incorporada à campanha de Dilma Rousseff, com as assinaturas entregues nas mãos da candidata (Cf. “Dilma recebe 7,5 mi de assinaturas por plebiscito para reforma política”, G1, 13 de Outubro de 2014 [http://g1.globo.com/distrito-federal/eleicoes/2014/noticia/2014/10/dilma-recebe-75-mi-de-assinaturas-por-plebiscito-para-reforma-politica.html]). Ela tem basicamente os mesmos agentes promotores do projeto de reforma política, e em essência o mesmo objetivo: fortalecer um vasto esquema de poder que contraria integralmente os princípios e orientações da Igreja Católica.

Sendo o que se apresenta para o momento, agradecemos pela atenção e esperamos que tal documento seja considerado pelos senhores durante essa assembleia e que possam ser reavaliados os passos já dados pela CNBB no que diz respeito a reforma política em curso.

Movimento Legislação e Vida 

Assine a petição clicando aqui

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Confira na íntegra em Fratres in Unum

 

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