Atualidades Catolicismo

“Rezem o Terço todos os dias”

RezemTerco

Catolicismo Liturgia Gregoriana O Ciclo de Páscoa 2 - O Tempo da Quaresma

23 (nos anos bissextos, 24) de fev. Vigília de S. Matias, Ap.

Apóstolo Matias, Peter Paul Rubens (1577-1640). Museu Nacional do Prado.
Apóstolo Matias, Peter Paul Rubens (1577-1640). Museu Nacional do Prado.

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Catolicismo Liturgia Gregoriana O Ciclo de Páscoa 2 - O Tempo da Quaresma

SEGUNDA-FEIRA DA I. SEMANA DA QUARESMA

Disse Jesus: Quando vier o Filho do homem em sua majestade e com Ele todos os Anjos, Ele se sentará no trono de sua realeza. Reunir-se-ão diante d’Ele todas as nações e Ele separará uns dos outros como o pastor separa dos cabritos, as ovelhas. (Mt 25, 31-46)

Triunf-Dore
“Assim diz o Senhor: Eis que eu mesmo procurarei minhas ovelhas e as visitarei. Assim como um pastor, durante o dia, cuida do rebanho, quando se acha no meio de suas ovelhas que estavam dispersas, assim cuidarei das minhas ovelhas e as libertarei dos lugares em que haviam dispersado, em dia nublado ou de escuridão”. (Ez 34,11-16)

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Catolicismo Liturgia Gregoriana O Ciclo de Páscoa 2 - O Tempo da Quaresma

I. DOMINGO DA QUARESMA

Lá no alto da rocha plana entre os três píncaros do Monte Hermon, Jesus e o “Príncipe deste Mundo” encontraram-se frente a frente. O cume do Monte Hermon, a 2.814 metros de altura, ergue-se para sempre acima de todas as coisas, é visível a olho nu de qualquer parte em torno desta terra: da Síria, se olhado do sul; do Mediterrâneo, se do Leste; da ponta do Mar Negro, se do Norte. E, assim, dizem os beduínos, do meio do Grande Deserto, se olhado do Oeste. — Tudo que podes ver deste rochedo, — dissera em tom de adulação, abarcando num gesto grandioso o vasto horizonte de reinos e rotas marítimas que tinham a seus pés — tudo isto te darei, se te ajoelhares e me adorares — se fores meu servo! (*)

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O cume do Monte Hermon, a 2.814 metros de altura, ergue-se para sempre acima de todas as coisas, é visível a olho nu de qualquer parte em torno desta terra: da Síria, se olhado do sul; do Mediterrâneo, se do Leste; da ponta do Mar Negro, se do Norte. E, assim, dizem os beduínos, do meio do Grande Deserto, se olhado do Oeste.

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(*) Trecho do livro O Conclave, de Malachi Martin. Ed. Novo Tempo. 1978.

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SÁBADO DEPOIS DAS CINZAS

“Tende confiança, sou eu, não vos assusteis. Quando subiu até eles, na barca, o vento cessou”. (Mc 6,47-56)

Jesus anda sobre as águas, de Julius Cesar Von Klever (1850-1924).
“Jesus anda sobre as águas”, pintura de Julius Cesar Von Klever (1850-1924).

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Maomé

A grande lei do Alcorão é o ódio de tudo quanto não é maometano. O alfanje [sabre de lâmina curta e larga, o que usam ainda hoje para degolar cristãos] era a chave do paraíso. Quanto mais se exterminasse tudo o que se opusesse ao islamismo, maior perfeição haveria. Tal era a obrigação mais sagrada dos muçulmanos, e história diz-nos quão fielmente eles a cumpriram. Havia então numerosas cidades na África, e quase todas foram saqueadas e destruídas por eles. 

Segundo Maomé, o Alcorão existia completo no céu, de onde descia em folhas volantes conforme as circunstâncias e as necessidades do profeta, que por este meio podia tirar-se de todos os embaraços e justificar todos os crimes

Pe. Rivaux
Extraído do “TRATADO DE HISTÓRIA ECLESIÁSTICA”
Publicado em ZELO ZELATUS SUM


Maomé, este Átila do Oriente, nascera no ano 570, nos desertos da Arábia Pétrea, de um pai pagão e de uma mãe judia. Era intrépido, intrigante, eloquente e dotado de uma grande habilidade na arte da mentira e da impostura. Na idade de vinte cinco anos casou-se com uma rica viúva de Damasco, chamada Kadija, e aos quarenta anos tornou-se profeta. Como era epilético, o novo apóstolo fez de sua mesma enfermidade a base da sua grandeza, persuadindo primeiramente a sua mulher, a seu primo Ali, a Abu Bakr, homem distinto por seu mérito e suas riquezas, e depois por eles a muitos outros, que os horríveis acessos de epilepsia eram êxtases, em que se entretinha com o anjo Gabriel. Os árabes veem na epilepsia uma das formas consagradas de comunicação com o mundo natural, o ensino do novo profeta acha-se depositado num livro intitulado Corão ou Alcorão. É o Evangelho dos maometanos. O hábil impostor afirmou ter recebido sucessivamente as suas diferentes partes por ministério do anjo Gabriel. (Nota: Segundo Maomé, o Alcorão existia completo no céu, de onde descia em folhas volantes  conforme as circunstâncias e as necessidades do profeta, que por este meio podia tirar-se de todos os embaraços e justificar todos os crimes).

Efetivamente ele tinha-as redigido com o auxílio de alguns homens instruídos, pertencentes a diversas religiões seguidas no Oriente, e entre os quais se contam comumente o judeu Abdallah e um monge nestoriano chamado Sérgio. O Alcorão contém cento e quatorze capítulos. É um acervo confuso de contos, de visões, de sermões, de preceitos, de conselhos, em que se encontram a verdade e a mentira, o sublime e o absurdo, e em que abundam as contradições. Confessa que há um só Deus, mas sem distinção de pessoas, e Maomé é seu profeta; rejeita os dogmas da Encarnação, da Redenção, da Graça; ensina que os homens são necessariamente predestinados para o céu ou para o inferno; que depois da morte há um juízo particular, e no fim do mundo um juízo universal, em que só os maometanos serão salvos; que os maus serão precipitados no inferno e que os bons irão para o paraíso, onde acharão águas límpidas, prados agradáveis, mesa e todos os prazeres dos sentidos; que, além do céu e do inferno, existe uma espécie de purgatório; que Jesus Cristo é o maior dos profetas, porém que não é Deus; que Maria, dando-o ao mundo, não perdeu a sua virgindade; que os judeus não puderam matar nem crucificar o Filho de Maria, porque tiveram em seu poder só a imagem dele, tendo sido a sua pessoa tirada deste mundo e colocada perto de Deus; que a lei de Moisés e o Evangelho são livros divinos, mas que os judeus e os cristãos os alteraram, corromperam e não entenderam;  que Abraão não era nem judeu nem cristão, mas muçulmano, isto é, consagrado a Deus. Em resumo, o deísmo, o fatalismo e o sensualismo constituem todo o ensino dogmático de Maomé.

A moral do islamismo abrangia as virtudes da ordem sobrenatural, a justiça, a temperança, etc., as quais Maomé ajuntou, como preceitos particulares, a abstinência do vinho e da carne de porco, frequentes abluções, a circuncisão, o jejum, sobretudo o jejum do mês de Ramadan, a santificação  da sexta-feira, a oração cinco vezes ao dia e a viagem a Meca uma vez na vida. Quanto às virtudes interiores, como a humildade, a paciência, a mansidão, o amor de Deus, a confiança na sua bondade, etc., não se faz menção delas no Alcorão. A castidade é reputada como nada. Maomé permite o divórcio e a poligamia, que autorizou com o seu exemplo, pois teve ao mesmo tempo quinze mulheres e muitas concubinas; até mesmo casou com a mulher de seu filho adotivo. Contudo, o novo legislador condenava o adultério.

O culto da nova religião reduzia-se à oração pública, ás abluções e outras cerimônias, que deviam acompanhá-las. O sacrifício, propriamente dito, e com ele o sacerdócio, não existia no islamismo. Os imãs ou ministros ordinários do culto, que vieram mais tarde para o serviço das mesquitas, não formavam um verdadeiro clero, um corpo sacerdotal. O trabalho manual é considerado pelo Alcorão como sendo uma ocupação própria de escravos. A preguiça, elevada assim à dignidade de um dogma, matou no Oriente a agricultura, a indústria, o comércio a as artes.

A grande lei do Alcorão é o ódio de tudo quanto não é maometano. O alfanje [sabre de lâmina curta e larga, o que usam ainda hoje para degolar cristãos] era a chave do paraíso. Quanto mais se exterminasse tudo o que se opusesse ao islamismo, maior perfeição haveria. Tal era a obrigação mais sagrada dos muçulmanos, e história diz-nos quão fielmente ele a cumpriram. Havia então numerosas cidades na África, e quase todas foram saqueadas e destruídas por eles.

Contudo, apesar da astúcia do visionário, formou-se uma conjuração contra ele. Expulso da sua tribo como impostor, refugiou-se em Medina, no ano 622. Esta fuga foi a época da sua glória, da fundação do seu império e de sua religião. Chama-se hégira, isto é, fugida ou perseguição;  e é daí que os maometanos contam os anos. O profeta fugitivo empunhou o alfanje e fez-se conquistador. Levantou tropas e em menos de doze anos submeteu, por si ou por seus generais, todo o país até quatrocentas léguas de distância de Medina, tanto ao Oriente, como ao meio-dia. O novo apóstolo veio a ser, assim, um dos mais poderosos monarcas da Ásia. Afinal, querendo uma judia saber se Maomé tinha realmente o dom de profeta, fez-lhe comer um pedaço de carneiro envenenado, e o profeta morreu no ano 632 da era de Jesus Cristo e no undécimo da hégira. O seu corpo foi sepultado em Medina, e diz-se vulgarmente que ele está suspenso na abóboda do templo de Meca, mas isso é uma fábula.

… “Acusa-se até Maomé, diz Newman, de ter contradito as suas primeiras revelações com revelações posteriores, e os seus próprios sequazes são concordes em admitir este fato; e quando sucede, que as contradições são tais, que as não podem resolver, decidem-se então a declarar nula uma da passagens contraditórias. No Alcorão há mais de cento e cinquenta versículos que são assim declarados nulos. Este livro deu ocasião a tantos comentários, a tantas versões e interpretações diferentes, que no tempo do califa Moaviah, carregavam duzentos camelos”.

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Campanha da Fraternidade 2015 e reforma política

O fato é que Ratzinger havia condenado a teologia da libertação, mas Fidel Castro, no ano seguinte à condenação de Boff, explicou pessoalmente a Pedro Casaldáliga:”A teologia da libertação é mais importante que o marxismo para a revolução latino-americana”.

TL
As ONGs, as entidades, os movimentos, as redes e os coletivos, junto com a CNBB, OAB e outros, defendem a reforma política bolivariana, de modo plebiscitário, com constituinte exclusiva, para efetivar assim as condições políticas para a concretização da integração latino-americana, com Cuba comunista no comando, da “Pátria Grande” socialista. E tudo isso com as bênçãos da CNBB, do CELAM e até do Vaticano. No Brasil, o primeiro passo é exigir que a CNBB retire o apoio a esta equivocada reforma política bolivariana, como apresenta no texto-base da Campanha da Fraternidade de 2015.

 

Hermes Rodrigues Nery
Coordenador do Movimento Legislação e Vida.
Mídia sem Máscara


A CNBB, com o texto-base da Campanha da Fraternidade de 2015, confirma que é hoje extensão do Foro de São Paulo e, de modo especial, do PT, ao explicitar sua adesão e comprometimento com a revolução bolivariana em curso na América Latina, com uma reforma política plebiscitária, que se volta contra a democracia representativa, propondo a sovietização no Brasil. A CF-2015 propõe a “radicalização da democracia”, corroendo-a em demagogia, pois a chamada “democracia direta” como defende, é o instrumento anárquico para subverter a ordem jurídica e propiciar a implantação do socialismo em nosso País.

O alinhamento ideológico da CNBB, à esquerda e ao socialismo, como quer o Foro de São Paulo e o PT, é evidentíssimo e cada vez mais escancarado. O que antes se suspeitava, agora está mais do que comprovado. Os assessores da CNBB [intelectuais orgânicos, gramscianos], que tanto influem os bispos , sabem que paróquias e dioceses estão reféns desse “alinhamento” e de tais forças, e funcionam como tentáculos do grande polvo que se tornou a CNBB, a serviço dos interesses políticos do Foro de São Paulo e do PT.

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Atualidades Catolicismo

“Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios por os pecadores…”

RezaiPelosPecadores

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SEXTA-FEIRA DEPOIS DAS CINZAS

“Se amais apenas aqueles que vos amam, que recompensa mereceis? … Sede, pois, perfeitos como vosso Pai celestial é perfeito” (Mt 5,43-48; 6,1-4)

Orando
Oremus: Humilate capita vestra Deo.

SextaCinzas-A

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QUINTA-FEIRA DEPOIS DAS CINZAS

“Então, o Senhor falou a Isaías, dizendo: Vai e dize a Ezequias: Eis o que diz o Senhor, Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração, e vi as tuas lágrimas…” (Is 38, 1-6)

Ezequias
“E Ezequias voltou o seu rosto para a parede, e orou ao Senhor, dizendo: “Peço-Vos, Senhor, que Vos lembreis de como tenho andado diante de Vós, com fidelidade, e com coração perfeito; e como tenho praticado o que é bom aos vossos olhos. E Ezequias prorrompeu em grande pranto”.

QuintaCinzas-A

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